Desde 2011 o IFS vem sendo bombardeado por uma série de greves. Estas, ocasionam problemas como, o atraso, perda de conteúdo e aprendizagem, uma vez que os resultados apresentados pelos alunos não demonstram bons desempenhos. É claro que existem excessões, mas são poucas e contabéis.
Alunos insatisfeitos e professores em busca de maior valorização profissional. Mas a perda é sempre maior no lado mais fraco, os alunos. É paradoxal duvidar da capacidade dos estudantes, mas é iminente o quão prejudical são as greves.
Em 2011 a greve foi realizada de forma incoerente, uma vez que dois meses foram perdidos por nada, pois não houve remuneração dos salários e os alunos foram obrigados a estudar meses após o ano novo, na mesma série.
Em 2012 a cena se repetiu, e as previsões nada positivas persistiram. Outra greve, dessa vez aguentamos três meses e os estudos foram ainda mais atrasados. Em pleno ano de 2013 o IFS continua à passos de tartaruga como se estivesse em 2012. E para complementar já circula em pleno final de ano letivo uma nova greve.
A greve é um direito dos professores, mas calar-se e apenas aceitar é uma tarefa feita com maestria pelos estudantes. Tarefa pela qual nego-me a participar!
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Greve: Benefício ou Ambição?
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